Os poemas de Engenho de Orfeu, de Marcos Alexandre Faber, não fazem da metalinguagem um discurso fechado em si mesmo, que privilegie apenas o virtuosismo verbal, a retórica, o mero exercício de palavra-puxa-palavra. Antes, pelo contrário, sem descurar do apuro formal, Faber elege o “corpo como suporte da palavra” e obtém da junção “Poema e arte: um livro na carne”.
Embora não sejam explicitamente políticos, os poemas de Engenho de Orfeu são sociais na medida em que “o social não está designado pelo poema: é o poema” questionando a existência do homem em toda a sua inteireza e plenitude: “(...) Quase tudo cabe/ na calça larga, / na bota 44/ do poema, // o indizível/ o infinito.”
| Código: |
216353 |
| EAN: |
9786583362001 |
| Peso (kg): |
0,155 |
| Altura (cm): |
23,00 |
| Largura (cm): |
15,50 |
| Espessura (cm): |
0,70 |
| Especificação |
| Autor |
Marcos Alexandre Faber |
| Editora |
EDITORA REFORMATÓRIO |
| Ano Edição |
2024 |
| Número Edição |
1 |