Assassinato, castigo, traição, violência, escravidão e solidariedade: amparado por uma minuciosa investigação da época retratada, Max Velati se lança no gênero policial conduzindo o leitor com mão firme nesta trepidante viagem rumo ao Brasil Império, em que um trio incomum desafia as tradições e desvenda crimes há muito já enterrados.
– Eu tinha 11 anos quando numa tarde quente de outubro decidi ser na vida um canalha.
– A prisão de Pentonville havia me ensinado que é possível aguentar grandes dores e grandes perdas, mas o sofrimento de pequenas dores todos os dias pode subitamente tornar-se insuportável. (César, o trapaceiro)
– Tomaram essas decisões a meu respeito, mas não me conhecem. Pelas leis onde nasci e onde todos me conhecem, eu sou Isoba, neto do grande Ajani e um homem livre. Mudar o meu nome e me chamar de escravo não muda quem eu sou. Chamar uma zebra de falcão não fará a zebra voar. (Isoba, o filósofo)
– Não posso dizer que a acolhida no Brasil foi calorosa, mas não foi hostil. Passado o choque em relação aos odores, à sujeira e ao barulho, não era um mau destino. (Agnes, a enfermeira)
| Código: |
37193 |
| EAN: |
9786555410297 |
| Peso (kg): |
0,326 |
| Altura (cm): |
23,00 |
| Largura (cm): |
16,00 |
| Espessura (cm): |
1,60 |
| Especificação |
| Autor |
Max Velati |
| Editora |
CONTEXTO |
| Ano Edição |
2020 |
| Número Edição |
1 |